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Toda Intimidade
Domingo, Maio 23, 2004


Ando sem espírito pra escrever ou ler sobre sexo... Sempre que entro nos blogs amigos, fico mal depois, já que é impossível não pensar em tudo que eu tive com Constance. Sinto muita saudade dela, do olhar dela, do sorriso dela, do corpo dela. Nunca passei por algo assim, tão forte.

Estou me sentindo carente. Mas isso não significa que estou saindo por aí pegando geral. Cansei da guerra. Fui de novo à Lapa na sexta com o pessoal do trabalho. Poderia ter ficado com alguém, tenho certeza, mas não quis. Achei-me estranho por um momento. Depois, achei-me centrado e maduro.

O perfil que eu botei no Par Perfeito não está dando em nada muito por conta disso. Estou muito criterioso, pois meus parâmetros, depois da Constance, se elevaram. Estou a espera de alguma coisa especial que vai acontecer, tenho esperança.

Atualmente, estou precisando mais de amigos e amigas...

Bom, é isso... Vou dar um rolé agora, visitar minha mãe, pegar um cinema... Beijos e abraços.



Sussurado por Dan às 1:28 PM Comentários:



Sexta-feira, Maio 21, 2004


Se lembram daquele meu post sobre a camisinha? Pois é, me lembrei de como foi cômica minha última transa usando a dita cuja (logo depois eu conheci a Constance) e agora vou contá-la pra vocês.

Foi no final do ano passado. Eu estava saindo com uma menina e, por ela, não sentia grandes coisas. Foi um desses casos irrelevantes que nós temos em nossa vida, que nos satisfazem momentâneamente com a sua companhia e algum prazer sexual.

Era uma tarde de sábado. Eu a convidei para vir almoçar aqui em casa um macarrão com atum (prato que ela adora) que eu havia preparado. Não era a intenção dela transarmos, já que ela estava menstruada. Mas, como eu não ligo pra isso, fui atiçando, atiçando, até que ela cedeu ao tesão e foi tirar o OB. Enquanto isso, eu já fui pegando a camisinha e deitando na minha cama. Pois bem, depois de todas as preliminares, coloquei a camisinha (a menina, muito bobamente, não sabia colocar...). Fizemos um sexo mais ou menos (mais pra menos do que pra mais) até que aconteceu do meu pau sair de dentro dela, sem querer. Ela estava por cima de mim e, então, pegou nele pra recolocá-lo. Foi quando ela não sentiu a camisinha no meu pênis e, de pronto saiu de cima de mim. Pude então constatar que realmente estava sem ela envolvendo e protegendo-me. Contudo, não me desesperei nem fiquei paranóico. São coisas que acontecem... Já ela, tadinha, começou a ficar apavorada, já que, obviamente, a camisinha estava dentro de sua buceta... Eu mantive a calma e pedi que ela se deitasse. Enfiei então, la no fundo dela, dois dedos meus e, com alguma dificuldade, retirei a camisinha.

Depois disso, não me lembro se houve clima pra continuarmos, mas, pude constatar o quão frágil é a nossa segurança, o nosso conhecido "sexo seguro". Na hora do tesão, às vezes não damos muita atenção à correta colocação da dita-cuja. E fora as que estouram, não é?

Bom, é isso... Agora entrarei numa fase em que usarei muito ela, tenho certeza... Espero usá-la bem, pelo menos...

Beijos e abraços!




Quarta-feira, Maio 19, 2004


Gente, muito obrigado pelos comentários. Fico feliz com eles... Irei aqui responder aos dos últimos posts, tá bom?

Deusa Izis: Obrigado por me lincar tb... Eu linco os blogs que gosto e não espero nada em troca, que façam o mesmo e me linquem. Se você está me colocando aí no seu mundinho é por que viu qualidades no que eu escrevo, o que me deixa muito orgulhoso. Fico feliz... Adoro seu blog... Um beijo...

Cristal: Eu lhe dou razão. Quando gostamos muito de alguém, a ponto de imaginarmos que tanto sentimento é amor (sentimento difícil de ser definido e mensurado), é evidente que, mesmo terminado o relacionamento, uma parte do nosso coração ainda fique com aquela pessoa, sendo ela merecedora ou não do sentimento. Isso é normal... O que nós temos que fazer é saber lidar com isso, com as coisas boas que ficam em nosso coração após o fim de tudo... Eu não quero substituir a Constance. Quero apenas viver... O lugar da Constance está aquí no meu coração e, se um dia ele deixar de estar vai ser por conta do tempo, e não por que uma outra mulher o tomou. Agora, mudando de assunto, é uma pena que você vai dar um tempo no seu blog... Espero que vc uma hora se desencane com o que os outros acham ou deixam de achar. Um beijo...

Doce Margarida: Pois é, há o velho ditado: o que será, será... E é nisso que a Constance se fia, que, na hora que ela estiver com outra cabeça, nós poderemos retornar o nosso romance. Ela me disse isso, meio que nas entrelinhas, na noite que terminamos. Eu, por meu lado, estou cético e acho que ela está perdendo um cara que a faria muito feliz, sempre. Um beijo....

Rô: Concordo contigo... É difícil sim, mas eu não encaro isso como um desafio. É o processo natural das coisas... Eu não posso é ficar curtindo fossa, não mesmo... Um beijo...

Menina Íntima: Obrigado pela visita... Espero que tenhamos ainda muitas aventuras e, se rolarem momentos broxantes, não tem problema. A vida bem vivida é feita de riscos, né? Um beijo....

Loiraça Belzebú: Você tem um fogo, ein? Risos... Um beijo...

Uma Menina: Não sei por que, seus posts (e até comentários) são excitantes... Acho que é o jeito que você escreve: simples, direto, bem "menina". Um beijo...

Traidor Apaixonado: Cara, acho que são poucos que não dão importância a uma paixão. Os que dizem que não se importam com isso são, na verdade, recalcados ou problemáticos. Abraço!

Cheia de Vontade!!!: Se eu lhe disser que não estou precisando de consolo estarei mentindo, risos... Eu adoraria ser "consolado" por uma bela mulher, no duro! Acho isso meio normal, né? ... Um beijo...

Sedutora: Obrigado... Também gosto muito do seu blog... Um beijo...




Terça-feira, Maio 18, 2004


Ontem foi um dia complicado pra mim. Amanheci pensando em Constance, com vontade de transar com ela. Chegando no trabalho, comecei a editar um comercial para a sexta temporada de Sex and the City. Fiz esse trabalho com lágrimas nos olhos durante um bom tempo, juro. Gosto muito dessa série, pois fala de sexo como eu gosto que seja falado, com a franqueza que eu e Constance conversávamos e também o fazíamos. Inclusive, vi com ela, no seu apê, alguns poucos episódios, deitados naquela sua cama gostosa... O pior foi quando ela me procurou via MSN. Queria saber de mim. Eu a respondi, não sei se acertadamente, sobre o que estava editando e como aquilo estava sendo torturante. Lhe disse também que prefiro que cada um fique na sua, que deixemos as confusões e desencontros para a ficção do seriado. Ela me entendeu e fim de papo.

Meu humor só começou a mudar quando, chegando em casa, iniciei um papo ótimo com uma garota que conheci via Par Perfeito, um bom site de relacionamento (coloquei meu perfil lá na sexta-feira). Gostei muito dela, achei-a linda, uma princesa. Como o interesse é mútuo, acho que temos boa chance de darmos certo. Ela mora perto, na Lagoa, e tem um bom nível sócio-cultural, o que eu prezo muito.

A minha dúvida é se esse é o melhor momento pra conhecer alguém assim, com potencial pra ser algo mais que uma transa legal, um rolo legal. Mas, tenho que tentar e ser sincero com ela. Espero que ela seja tudo de bom e que também ache de mim o mesmo.

Beijos e abraços!




Sábado, Maio 15, 2004


Praia do Forte, Bahia, maré baixa. Eu e minha ex-mulher passeávamos sobre os recifes em uma manhã de sol, observando os peixinhos nas poças, tirando fotos. Ao nosso redor, algumas poucas pessoas faziam o mesmo, mas sem atrapalhar nossa privacidade, já que os recifes de lá são imensos.

Depois de mais um tempo caminhando, encontrei uma poça perfeita; pequena, rasa, privada. Falei com ela para pararmos e relaxarmos um pouco, mas, na minha mente, já antevi a possibilidade de fazer uma sacanagem ali dentro, de namorar um pouquinho...

Então, beijo vai beijo vem, meti a mão por entre o biquini dela e, de um jeito que eu sabia muito bem, fui deixando ela louca, muito excitada. Lembro-me que foi revelador sentir a buceta dela molhada mesmo dentro d'água. Meu pau estava muito duro, como sempre ficava quando beijava aquela boca carnuda, quando sentia o seu cheiro. Tirei ele pra fora da sunga e ela o agarrou com uma das mãos, sentindo o seu latejar. Demos uma olhada para os lados. Umas poucas pessoas circulavam à distância mínima de 30 metros, entretidas em observar peixinhos em outras poças, menos na nossa, obviamente. Nós, loucos, não podíamos esperar uma volta providencial para a pousada. Teria que ser alí, somente com o céu azul sobre nossos corpos e à vista de um olhar mais atento e curioso.

Coloquei então o seu biquini de lado e posicionei meu pau na porta de entrada do paraíso. Estávamos sentados, um de frente para o outro, numa posição boa pra não chamar muito a atenção. Dentro da poça, peixinhos coloridos passeavam pelas pedras sem se importar muito com a gente, felizes em exercer as suas sexualidades apenas para fins reprodutivos. Eu, cabreiro, ainda dei mais uma olhada ao redor, no que ela me disse "vem logo, vem".

E eu fui.

Seus olhos se fecharam, já nada importava para ela. Eu, como sempre, mantive meus olhos abertos. Por isso, lembro-me da água ficando turva e mexida, dos peixinhos que ainda passeavam ao nosso redor, dos transeuntes que as vezes se aproximavam perigosamente. Era muito excitante ver meu pau entrando naquela buceta rosada e linda dentro d'água. A sensação de estar sendo visto, o perigo de ser flagrado, tudo isso me levou a um grau de excitação incomum. Assim, não demorou muito e eu gozei.

Não me lembro dos detalhes posteriores. Se vi o meu esperma saindo da buceta dela e se misturando com a água, se ainda ficamos algum tempo na poça ou se rapidamente saímos e continuamos nosso passeio. Só sei que essa foi uma das melhores transas, um dos meus melhores momentos com minha ex-mulher.

Recentemente, tentei transar novamente em uma praia vazia com uma ex-namorada minha. Estávamos em Itaúnas, na Praia do Riacho Doce, sentados na areia dura, vendo o tempo passar num final de tarde. Ao alcance de nossos olhares, somente víamos um grupo de adolescentes bem ao longe, no mar. Sem pedir licença então, deitei meu corpo sobre o dela e, depois de muitos beijos e muito roça-roça, a penetrei fundo e gostoso. Pena que isso durou apenas alguns segundos, pois um vaqueiro passou montado no seu cavalo saído "do nada", para nossa vergonha e broxada geral, hehe...

Bom, chega de ficar pensando em sexo. Estou há uma semana na abstinência e não tô me aguentando mais. Mas espero que o sábado a noite me revele alguma coisa de bom, alguma boa companhia...

Até a próxima! Beijos e abraços.




Sexta-feira, Maio 14, 2004


Estou de volta após uma semana com o computador de casa parado... Agora terei mais tempo pra manter esse meu espaço sempre em dia pois, apesar de eu ter acabado com a Constance, tenho muito a escrever.

Hoje, indo pro trabalho, ouvi mela milésima vez "Te Devoro", do Djavan.

"É um milagre
Tudo que Deus criou pensando em você
Fez a Via-Láctea
Fez os dinossauros
E sem pensar em nada fez a minha vida
E te deu".


Antes, eu achava que ele tinha feito esses versos definitivos não pra uma mulher especificamente, mas sim pra Mulher (o M maúsculo é proposital) de um modo geral.

Mas, chegando à maturidade de meus quase 30 anos, mudei de idéia.

Quando eu me apaixono por uma mulher, sou tão Adão quanto Djavan nesses versos. E nesse turbilhão de emoções, o motivo da minha paixão é a minha Eva, minha única mulher, a quem me dedico, me entrego.

Estar apaixonado é se entregar. É morder a maçã que te expulsa do paraíso e gostar.

Se apaixonar é muito bom... Por isso, aproveito esse espaço pra desejar a todos muitas paixões em suas vidas.

Beijos e abraços.




Segunda-feira, Maio 10, 2004


Acabei com Constance. Sexta-feira fui até sua casa e, como já esperava, tive que colocar um ponto final na nossa história. Fiz a coisa certa, tanto que ela compreendeu meus motivos. Já os dela, pra mim continuam sendo um grande mistério. Não sei o que ela quer, não sei o que ela sente, só sei que não podia continuar com ela daquele jeito.

Ainda ficou a esperança de um reencontro, mais dela do que minha. Prefiro pensar que existem muitas mulheres com qualidades iguais ou maiores que as de Constance. Essa minha esperança, de encontrar alguém que suplante o que eu vivi com ela nesses quatro meses é maior do que a de, num dia futuro, nós definitivamente nos acertarmos.

Estou meio em falta com o blog por conta de um pau no meu computador de casa. Mas o conserto já foi providenciado e em breve estarei postando com maior regularidade.

Beijos e abraços.




Quarta-feira, Maio 05, 2004


Às vezes eu me pergunto onde entra a camisinha em muitos relatos que eu leio, se é que ela entra... Perguntei, inclusive, à Cheia de Vontade sobre isso, no que ela me respondeu que a usou mas não citou, por não caber no contexto.

Acho que o grande problema da camisinha é esse; a gente não sabe como fazê-la parte de um contexto erótico. A camisinha, parece-me, é anti-erótica pra muita, muita gente.

E esse é um grande problema, ou dilema. Temos que usá-la, mas não queremos usá-la.

Eu, como fui casado por muito tempo, tive que me adaptar, após a separação, a sentir prazer com ela. Um lado positivo dessa adaptação, foi que eu dei, cada vez mais, importância para as preeliminares. Muita lingua, muito beijo. Muitos jogos eróticos antes do ato em si, antes de eu ter que colocar a dita cuja. Porém, nesse tempo, teve vezes que eu broxei ao colocar a camisinha; outras vezes, não consegui gozar de jeito nenhum... Usar camisinha é um aprendizado meio doloroso pra mim, mas não deixo de usá-la e de procurar fórmulas para amenizar aquela borracha que retira um tanto do meu prazer.

Eu não sou um homem promíscuo, não gosto de ter várias e não ter nenhuma. Também não uso drogas injetáveis, não transo com garotas de programa (como já disse, não gosto de sexo pago) e não sou bissexual. Assim, sei que dificilmente pegarei uma doença sexualmente transmissível em minha vida. Mas, de três em três meses, eu vou a um centro de hematologia nas Laranjeiras e doo sangue (fui lá anteontem, inclusive). Assim, uno uma boa ação à uma maior confiança em meus relacionamentos, pois mostro os atestados para quem quiser ver.

Foi assim que aconteceu com a Constance. Eu lhe mostrei o atestado antes mesmo de transarmos pela primeira vez. Eu tinha doado sangue há uma semana. Ela tomava pílula. O que nós sentíamos um pelo outro naqueles primeiros dias de encontro, de paixão, foi tão intenso, tão intenso, que acabamos transando sem camisinha.

E estamos assim até hoje, vivendo da confiança mútua e do imenso prazer que sentimos quando juntamos nossas peles.

Nunca usei camisinha com Constance e espero nunca ter que usá-la. Acho que depois de tudo que temos, usá-la seria meio triste, meio fim de festa... Infelizmente, não posso ter com Constance uma relação aberta, não posso... Mesmo sabendo que ela gosta muito de mim, que eu lhe satisfaço como nenhum homem a satisfez...

Bom, é isso... Espero ter me expressado bem em um assunto tão polêmico e que vocês tenham entendido meu ponto de vista. Beijos e abraços!




Terça-feira, Maio 04, 2004


Adoro sentir o gosto da mulher. Lamber a sua buceta toda molhada, lambuzar meu rosto inteiro. Depois, dar-lhe um beijo na boca e, assim, compartilhar de seu gosto, de seu cheiro. Adoro... Ando fazendo muito isso com Constance, lhe deitando de bruços e lhe lambendo todinha; as costas, a nuca, a bunda, a buceta, o ânus... Ela fica doidinha com isso, doidinha... Daí, é um passo pra eu começar a roçar meu pau duro na sua bunda, procurando, sem pressa, o caminho para o paraíso. Aos poucos, nossos corpos vão se moldando para que o ato se consume... Meu pau já no meio de suas pernas, já roçando os seus lábios vaginais, nossos fluidos já se misturando... Sou capaz de ficar um bom tempo assim, somente roçando meu pau na buceta dela, torturando-a um pouquinho. Ela, louca de tesão, às vezes tentando vir de encontro a mim, para que eu entre dentro dela e a preencha... Mas eu vou, então, fazendo um pouco de jogo duro... Apreciando a minha mulher louca pra dar, louca pra que eu a coma...

Morangos... Não sei da existência de fruta mais erótica... Provei dos morangos mais gostosos uma vez que lambuzei-os na bucetinha molhada de uma ex-namorada minha. Foi uma farra... Dividíamos o morango nas nossas bocas, passando de uma pra outra, eu melava eles no caldinho que saía do meu pau duro, depois dava pra ela provar... Foi muito bom isso e só faltou um chantilly pra festa ser completa, hehe...

Festa que, aliás, quero repetir... Só estou esperando a época dos morangos chegar pra comprar uma caixa... Se isso vai acontecer com a Constance, não sei... Ainda faltam uns meses pra ter morango nas prateleiras e até lá pode ser que outra mulher esteja recebendo todo o prazer que eu posso proporcionar...

Vou nessa, trabalhar... Beijos e abraços!




Domingo, Maio 02, 2004


Hoje foi um dia mais de "ternura" entre eu e Constance. Transamos pela manhã e a tarde ficamos de bobeira, vendo TV, conversando... Um dos assuntos que veio em pauta foi a nossa atual situação de amantes sem compromisso. É uma situação que não me interessa ter com ela, pois sei que com o tempo ficarei inseguro, sabendo que ela, nas suas nights, pode ficar com outro cara. Sábado a noite por exemplo, ela foi à festa de uma amiga... Tudo bem, ela tem esse direito de às vezes querer sair sozinha. Acho muito saudável isso pra um casal, mas desde que haja confiança e o envolvimento sério que a justifique.

Eu não tenho vontade de ficar com ninguém além dela. Quero apenas o seu corpo, os seus beijos. Mas, pelo que percebi no nosso papo, Constance está muito bolada de ter um compromisso sério comigo... Bom, não estou muito a vontade pra falar disso agora... O fato é que essa semana ou vai ou racha. Quero tê-la por inteiro, mas se ela não quiser, paciência. Vou tocar minha vida e, se Deus quiser, dar a volta por cima e encontrar alguém que me ame e que eu ame também.

Gostaria de hoje escrever alguma coisa sobre sexo, sobre fantasias... Tem tanta coisa que eu gostaria de falar, outras tantas de fazer... Mas, estou meio chateado com isso tudo, com esse karma que me persegue de gostar de mulher complicada, que está em um momento distinto do meu. É a segunda vez seguida que me acontece isso e eu espero que seja a última...




Sábado, Maio 01, 2004


Ontem fui com o pessoal do trabalho para a Lapa, antigo reduto boêmio do Centro do Rio de Janeiro que nos últimos anos vem sendo frequentado por uma galera mais alternativa e jovem. Essa transformação do público frequentador acabou por tirar desse bairro o ranço decadente do abandono, do crime e da violência, que o caracterizou por muitos e muitos anos.

Fomos pra Rua Joaquim Silva, onde tudo acontece. Em cada cantinho, rola um estilo musical: reggae, samba, hip-hop, forró... Se vê cada figura andando por essa rua... Fazia tempo que eu não ia lá numa sexta-feira, acho que desde o Carnaval de 2003.

Me lembro que nesse Carnaval eu fiquei com uma menina em frente a uma pick-up onde o DJ mandava só hip-hop, no meio da rua. Vou contar aquí como rolou a conquista, acho esse episódio engraçado.

Eu passei por ela, dei meia volta e perguntei o seu nome:
- Sonia, e o seu?
Eu estava meio doido nessa hora, tinha bebido várias cervejas:
- Daniel, Daniel na cova dos leões.

Foi uma frase idiota. Fiquei olhando pra ela por longos dez segundos. Ela, continuava sua dança acompanhada de uma amiga. Eu, não sabia mais o que falar... Inspiração zero, vontade de pegar ela, dez!! E pensava: se esse silêncio perdurar por mais 10 segundos, é melhor me dar por vencido e seguir meu caminho. Mulher não gosta de cara sem criatividade, sem um mínimo de papo (eu, incrivelmente, pensei nisso tudo durante essa pequena fração de tempo e de indecisão). Então, dando-me por vencido, me despedi:

- Bom, vou nessa...

Quando fui dar os tradicionais beijinhos de despedida, senti um magnetismo me puxando pra perto daquele corpo, minha boca pra junto daqueles lábios... Pronto, já estava beijando-a, segurando o seu corpo, seus cabelos...

Acho que às vezes muito papo pode atrapalhar uma conquista. Cansei de ver amigo meu deixando de ficar com meninas porque ficou de muito papo, sem chegar junto, pegar na mão delas, ir colando o corpo com o dela como quem não quer nada...

A conquista é uma arte que eu não domino, cansei de levar toco, de fazer as coisas erradas, hehe... Mas esse episódio que relatei é um exemplo de como às vezes as nossas melhores palavras podem ser ditas pelo corpo, pelo gestual, por olhares e sorrisos.




Sexta-feira, Abril 30, 2004


Lendo tantos blogs, inclusive o meu, às vezes me vem a questão do que é real nos relatos, do que é fantasia, do que é imaginação. Também penso no quanto é difícil narrar em algumas linhas, em meio à correria do dia-a-dia, coisas que já estão na nossa memória, coisas que aconteceram sob um prisma de sentimentos difíceis de se explicar.

Todos os meus posts são reais. Meus sentimentos são reais, Constance é real. Contudo, sinto que esses meus relatos são incompletos. Colocar aquí sentimentos e vontades tão íntimas é um ato de coragem, mesmo que estejamos protegidos por pseudônimos. Às vezes, barreiras são erguidas, outras vezes elas são derrubadas. Hoje estou em um dia de derrubar barreiras, de revelar realmente toda a minha intimidade.

Eu sempre deixei muito à vontade todas as mulheres com que mantive um relacionamento estável. E um dos motivos pra isso é que eu sou capaz de contar para elas tudo o que já experimentei no sexo e o que ainda quero experimentar.

Lembro-me até hoje como Constance ficou chocada quando lhe contei algumas coisas de meu relacionamento sexual com minha ex-mulher. Mas foi graças a essa minha exposição de intimidade que ela se sentiu segura de também me revelar as suas fantasias. Lembro-me que fiquei, depois, arrependido de ter lhe revelado algumas coisas; achei que ela poderia se assustar comigo, pensar coisas erradas. Ainda bem que nada disso aconteceu.

Mas vamos derrubar barreiras agora...

Minha ex-mulher era muito safada, tanto quanto Constance. E de vez em quando, meio que do nada, me surpreendia com alguma novidade que acabava sendo incorporada muitas vezes ao nosso cardápio de prazeres.

Ainda me lembro do dia em que ela me pediu pra mijar sobre ela. Estávamos no quarto, numa de nossas tardes voltadas para o prazer. Eu arregalei meus olhos. Já havia visto isso em filmes pornôs, mas nunca imaginei que um dia poderia vir a fazer do mijo artigo de um jogo erótico, ainda mais com a minha esposa. Fomos então ao banheiro e eu mijei, com alguma dificuldade, sobre seus seios, sobre seu corpo todo. Ela parecia se deliciar com aquilo. Ficava de olhos fechados, sentindo o calor do meu mijo. Já eu, fiquei tão excitado com essa situação, que a comi alí mesmo, no banheiro, sobre a privada.

Depois disso, virava e mexia eu mijava sobre ela e ela fazia o mesmo sobre mim. Teve um dia, porém, que algo mais louco e excitante aconteceu. Estávamos transando muito gostoso, ela por cima de mim, quando um gozo diferente irrompeu de dentro dela. Enquanto ela gemia de prazer, saia um líquido muito parecido com a urina, se é que não era mesmo. Fiquei extasiado com aquilo. Ela gozou e "mijou" ao mesmo tempo em um orgasmo muito intenso, muito mesmo.

Até hoje não sei se aquele líquido era mijo mesmo ou algum fluido novo que estávamos descobrindo (será que alguém sabe me dizer?). Só sei que foi muito bom, pena que nunca mais se repetiu...

Uma outra coisa que ela me iniciou foi na chamada "massagem da próstata", que consistia de ela enfiar um ou dois dedos seus no meu ânus enquanto me chupava. Eu adorava isso... Obviamente, no início, bateu em mim uma repulsa por esse meu prazer, associando-o a uma tendência homossexual. Hoje, estou mais relaxado e considero meu ânus apenas mais uma zona erógena que eu tenho à minha disposição.

Contudo, nenhuma dessas duas práticas faz a cabeça de Constance. Acho que ela as considera muito sujas, hehe... Eu, por outro lado, não sinto falta delas, o que até é bom, pois deixo-as como boas lembranças de meu casamento.

Vou nessa, pro trabalho. Beijos e abraços.






O primeiro anal de Constance:

Fui o primeiro homem que comeu o cuzinho de Constance. Me orgulho muito disso, pois sei o quanto ela era relutante a essa variante sexual tão gostosa, mas também tão cheia de medos e tabus. O sexo anal é, para mim, um complemento incrível na sacanagem, mas não propriamente é meu maior meio de prazer. Um boquete bem feito e uma buceta molhada ganham a minha preferência... Inclusive, alguns dos melhores gozos que tive foram com uma antiga namorada minha, que adorava que eu gozasse na sua boca e engolia meu esperma até a última gota. Era muito bom aquilo...

O que eu gosto no sexo anal é, antes do prazer, o fato de estar comendo uma zona erógena que se associa ao "errado", ao "depravado", ao "pervertido". E também gosto de fazer a mulher, assim, se sentir mais "puta", mais "safada". Isso faz um bem danado pra uma relação...

Mas, só gosto dele quando a mulher também gosta. Se não for assim, prefiro não fazer.

Aliás, fico até pensando. Constance não gosta de anal (diz que não sente muito prazer), não deixa que eu goze na sua boca (disso eu sinto falta...), mas eu, diante de todo o sentimento que tenho por ela, a considero a minha melhor transa, a mulher mais gostosa que eu já tive. Nós temos uma sintonia incrível na cama. E muito dessa sintonia devemos à intimidade que adquirimos um com o outro e ao sentimento.

Mas, voltando à primeira vez dela:

Aconteceu numa semana em que Constance estava com muito fogo, muito mesmo. A ponto de me ligar e nós dois, no final da conversa, gozarmos só das sacanagens que falávamos, das coisas que fantasiávamos. Assim era também no MSN. Cansei de no trabalho ficar algum tempo sem poder me levantar, por estar de pau duro, hehe... Ela estava com a corda toda e me confidenciava coisas muito íntimas, que queria transar com uma mulher, que queria fazer swing e que queria fazer anal pela primeira vez.

Quanto mais safada ela ficava, mais eu adorava ela. E é assim até hoje, ainda bem.

Marcamos então uma noite romântica no apê dela. Levei frutas, Prosseco... Ela criou uma atmosfera muito aconchegante, com várias velas espalhadas pelo quarto. Depois de uma primeira transa "normal", ela me perguntou se eu queria comer o seu cuzinho. E antes da resposta, se virou de bruços, mostrando aquele seu orifício tão bonitinho (sim, acho o dela realmente lindo).

Eu então bezuntei meu pau com saliva, passei na sua buceta molhada pra dar uma melhorada na lubrificação, passei os dedos, a língua, fiz de tudo naquela bundinha linda até deixa-la bem relaxada, querendo mais do que nunca me dar... E só depois enfiei meu pau devagarinho naquele cuzinho até então virgem. Meu pau entrou fácil, mas ela sentiu dor e incômodo. Tirei e a virei de frente. Meu pau então deu uma leve murchada que foi providencial pra, na nova posição, eu enfim a penetrar com menos dor. Mas, mesmo assim, a dor ainda existia, e, com a fricção, aumentou. Resolvemos voltar ao sexo tradicional então, e ficamos lá, transando gostoso, com nossos corpos grudados, suados... Eu já estava achando que o sexo anal tinha acabado, que teríamos que deixar pra outro dia uma continuação para ele. Obviamente, não estava frustrado nem nada, pois sei que essas coisas levam tempo.

Mas foi aí que Constance me surpreendeu e me falou, de um jeito que só ela sabe falar, no pé do meu ouvido, essas palavras que eu transcrevo aqui a partir de minha memória:

- Sabe o que eu quero que você faça agora? Que goze dentro de mim, no meu cuzinho.

Eu fiquei louco com isso. Aquele mulher que eu adorava estava entregue ao prazer, à sacanagem, a tudo que nós podíamos proporcionar um ao outro... Ela, tomada de tesão, me deixou, por longos minutos, fazer do seu até então virgem cuzinho, o que eu quisesse. E eu gozei feito um louco. Gritei.

Pensando bem, agora com a memória fresca, esse gozo foi tão bom que eu até revejo o que escrevi no primeiro parágrafo sobre minhas preferências, risos...

Agora vou dormir... Ainda bem que o fim de semana está chegando e nós, eu e Constance, poderemos matar o tesão e a saudade. Se bem que essas coisas não se matam, se aliviam. Beijos e abraços pra todos.




Quarta-feira, Abril 28, 2004


Muito obrigado por todos os comentário que tenho recebido. Fico muito contente em saber que vocês apreciam esse meu espaço!

Hoje, teclando com a Cheia de Vontade, me veio uma questão: será que podemos logar no MSN com duas contas diferentes, ao mesmo tempo? Isso seria muito bom para mim, pois teria uma conta exclusiva para a galera blogueira e outra em separado para meus amigos e para a Constance, podendo logar ambas ao mesmo tempo. Pois então... descobri um meio disso acontecer! É só usar o MSN Messenger 6.1 (disponível pra download no site do MSN) pra uma conta e o Windows Messenger 4.7 (programa que vem junto com o Windows) para a outra, pois dá pra rodar os dois programas ao mesmo tempo!! Viva!!!

Então, a todos que me adicionaram a suas listas do Messenger, peço que me adicionem novamente com o e-mail dan_intimidade@hotmail.com

Abraços e beijos!






Conheci Constance 1 semana após ela separar-se de seu marido, com quem manteve 2 anos e meio de casamento e 4 de namoro. Passados agora 4 meses que nossas vidas se encontraram, já posso afirmar, com um misto de orgulho e pesar, que consegui conquistá-la, mas não por inteiro. Estamos vivendo momentos diferentes. Ela, parece-me, está querendo voltar-se para si mesma. Já eu, ao contrário, quero voltar-me para os seus beijos, esquecendo-me um pouco, como se seu corpo fosse uma pequena vila de pescadores no sul da Bahia, onde eu possa viver alguns momentos de paz.

Estamos agora em um período de muitas dúvidas. Não sabemos ao certo o que será de nossos sentimentos. Ela me adora, eu lhe adoro, mas percebemos que isso pode não bastar. Porém, seja qual for nosso destino, saio fortalecido dessa minha paixão, cheio de novos e importantes ensinamentos.

Outro dia, enquanto nos beijávamos cheios de tesão, em meio a cogitações de terminarmos com tudo, Constance me fez uma proposta muito interessante e, por que não, excitante: se, por contingências dessa vida, viermos a nos separar, somente nos casaríamos com alguém que conseguisse superar o que nós dois temos em nossa intimidade: um desejo incontrolável, um sexo delicioso, uma coisa realmente especial. E, se isso não acontecesse, abandonaríamos aqueles com quem estivéssemos e nos juntaríamos em definitivo, como que desistindo de uma busca impossível.

Eu fiquei muito sensibilizado com essa proposta dela, contudo, não levo-a a sério pois sei que posso ter um sexo tão gostoso, íntimo e especial com outras mulheres. Já Constance, só agora está descobrindo a importância vital que o sexo tem na união de um casal. Ela, até me conhecer, parecia-me que colocava o sexo como algo importante, mas não vital. Somente isso pode explicar ela ter mantido um relacionamento estável durante mais de 6 anos com um homem que não a satisfazia sexualmente.

Diferente do Jô Soares, que vira e mexe discorre sobre esse tema, para mim existem sim pessoas boas de cama e outras ruins de cama. Sexo é química, é sintonia, é sentimento, mas de nada adianta isso tudo quando o homem goza rápido demais sem se preocupar com o prazer da mulher, quando o homem não gosta de uma boa sacanagem, quando o homem não é criativo e não deixa as fantasias mais íntimas de ambos darem vazão e serem realizadas.

Constance é uma mulher de verdade, cheia de vida, se descobrindo a cada dia. É uma mulher que no último mês de seu casamento cogitava fortemente a hipótese de arranjar um amante. É uma mulher que não estava sozinha nessa situação, pois igual a ela há zilhões de outras, insatisfeitas com o sexo que têm em seus relacionamentos.

Igualmente, há muitos e muitos homens insatisfeitos sexualmente, tendo casos ou saindo com GPs enquanto casados ou noivos. Contudo, a diferença que eu percebo é que o homem, mesmo quando o sexo dentro de um casamento é bom, procura dar vazão a desejos e fantasias íntimas com outra pessoa, e não com a sua companheira. Homem é mais propenso à trair do que a mulher, pois tem necessidades e carências diferentes da dela e, muitos, não aceitam tão bem uma esposa liberada na cama, com uma sexualidade à flor da pele macia e gostosa que só o sexo feminino tem.

Isso é triste...

Desde que eu entrei na vida de Constance, modifiquei por completo os seus parâmetros sobre o sexo, sobre o prazer a dois. Ela se descobriu mais mulher e mais livre, pois encaramos o sexo como um ato libertário, como um coquetel molotov revolucionário de íntimos atentados contra o status-quo de uma sociedade ainda tão dogmática e machista.

Sexo é liberdade. E, pra quem se pergunta o porque do pseudônimo Constance pra minha querida companheira, leiam O Amante de Lady Chartelly, livro igualmente libertário e revolucionário.

E pra vocês, desejo que sempre promovam pequenas e íntimas revoluções. Abraços e beijos.




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- Nome: Dan.
- Idade: 29 anos.
- Localização: Rio de Janeiro.
- Orientação sexual: Heterossexual.
- Fantasias ainda não realizadas: Swing e transar com duas mulheres.
- Atualmente solteiro.
- Sem vícios que não sejam os sexuais.
- Vontade atual: Ficar a tarde inteira sobre uma cama, ao lado de uma mulher.
- O que mais prezo no sexo: A intimidade e o sentimento.
- Taras: Por cheiros e sabores. Por seios gostosos de serem chupados. Por uma boca macia e gostosa.


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